Entrevista


Durante sua presença na “WonderCon 2016” no dia 27 de março,  Bob concedeu uma entrevista para o KSiteTV, a entrevista foi antes da exibição do episódio 3×09 “Stealing Fire”, então as coisas que eles falam são relacionadas ao episódio 3×09 e o que está por vir na terceira temporada de ‘The 100’, confira:

KSiteTV: Então, nós vimos nos primeiros 30 minutos que Octavia tem seus próprios planos em mente para seu irmão.

Bob Morley: Eu perdi o que ela tinha. Sim, sim, me diga mais

Fale um pouco sobre o episódio da próxima semana, não será algo tão suave para eles.

Não, não será tão suave, eu acho que ambos querem salvar seus amigos e quando eu digo amigos são Kane, Sinclair e Lincoln, mas eles irão abordar de formas diferentes e sabe, eu acho que Bellamy tem que tentar ganhar a confiança de Octavia de volta, se isso realmente acontece, acontece com o tempo, sabe, você terá que esperar e ver isso acontecer, mas eu agora entendo ela colocando ele para dormir, mesmo o pobre Ricky não conseguiria me carregar por tanto tempo, mas sim, ela é uma guerreira, entretanto, ela pode fazer.

Como foi com você e Michael Beach em desenvolver aquela relação entre Bellamy e Pike? 

Olha, Michael Beach é um ator fantástico e é um cara tão bom e também uma presença boa para ter nos sets, sabe, foi engraçado há dias que há o Henry e Mike batalhando um contra o outro e tentando me convencer com quem ir, mas a beleza disso é que cria uma discussão entre a gente, sabe, eu poderia ver de ambos os lados e tendo Mike lá e ele sendo tão investido na história, sabe, é muito importante para ele mostrar o Pike não somente como o cara mal, mas também expressar as suas razões e o porquê de ele estar fazendo isso, então ter ele a bordo definitivamente fez a transição de Bellamy ou para mim interpretando Bellamy muito mais fácil e sabe, eu sou muito grato que ele estava ali e foi interpretando por Beach porque eu aprendi muito dele e também aprendi como me divertir no set.

É mais divertido interpretar Bellamy quando ele tem conflitos com os outros? 

Sim, absolutamente. Eu também gosto que o Bellamy pode ter esses dois polos em inspeção, sabe, a lealdade com os 48 ainda restantes, Clarke, Octavia e também ter essa raiva e ressentimento contra os Grounders. Eu acho que a coisa linda com Bellamy é que ele pode acabar sendo estoico sobre ou ser quieto sobre e então, esses momentos onde há essas chances que ele não começa a agir da forma que ele se sente, isso é o que eu gosto de interpretar aquele tipo de balanço entre o que é certo e errado. Eu acho que o show permite bastante disso mesmo sabendo que muitas pessoas acham que Bellamy está muito errado, sabe, eu passei tanto tempo dentro da mente do cara, então eu posso ver de onde ele está vindo e porque ele está fazendo, então eu acho que é uma coisa tremenda de interpretar.

Foi divertido para você ver a reação à todas as ações do Bellamy nessa temporada? 

Eu não sei se divertido é necessariamente o termo correto sabe, mas é definitivamente interessante assistir e ver e eu sinto que é bem dividido, há pessoas que estão como “ele está fazendo isso por ele está machucado”, tentando entender, o que eu acho que é o bom, eu acho que quando você tem que empenhar a audiência a tentar entender e explicar, mostra que eles estão realmente assistindo, o que é bom. E há outros que já tiveram ele pode muito tempo e acham que ele está recendo o que ele merece, mas em termos de diversão, eu não sei se é divertido, mas é definitivamente um tipo interessante de seção transversal de como as pessoas reagem

Olhando para personagens como Pike, ele não é necessariamente um cara mal, você acha que tem uma linha em The 100 que uma pessoa é realmente apenas má, você acha que tem isso nesse mundo? 

Sabe, em termos de onde eles vieram, onde você não podia ter mais que uma criança e se você tivesse seria jogado no espaço ou qualquer crime acima de 18 anos e pronto. Se você vem de um mundo como esse, onde a vida é bem prescindível, você precisa ser alguém muito ruim para ser alguém mal, sabe, eu acho que tem tempos onde Bellamy foi egoísta. Nesse show, eu acho que se você age egoistamente, então isso te torna mal, mas se você está fazendo para o bem maior, então você pode ser facilmente perdoado, isso depende do que as pessoas veem como bem maior, Kane e Pike tem visões diferentes disso, mas eu sinto que é quando alguém está sendo egoísta e oportunista para si mesmo, isso é quando podemos ver como uma pessoa má, se eles estão apenas perseguindo poder por razões erradas, eu acho que naquele clip, eu vi esse clip, Ontari está chegando, você pode facilmente dizer que ela é má, porém é questão de perspectiva.

Nós veremos Bellamy e Clarke juntos novamente? 

Eu espero que sim. Eles trabalham muito bem juntos, eu acho que por causa da situação de Lexa, o que aconteceu ali e eu tento explicar antes, mas eles trabalharam muito bem em uníssono e essa lealdade, Bellamy sempre apoiou a Clarke e esse foi um dos tempos que ele disse para ela “eu preciso que você me apoie nisso” e ela não fez, ela acabou confiando em Lexa e agora que essa é a razão antes, Bellamy vai aprender sobre isso e há possivelmente a chance de eles juntarem forças de novo, mas teremos que esperar para ver.


Durante sua presença na “WonderCon 2016” Bob Morley concedeu várias entrevistas,  uma delas foi para a Yael Tygiel, onde ele fala sobre shipp, Murphamy, e o que está por vir no resto da 3ª temporada de ‘The 100’, confira:


Durante sua presença na “WonderCon 2016” Bob Morley concedeu várias entrevistas, que iremos postar no site assim que forem traduzidas, uma delas foi para o programa de televisão Access Hollywood, onde ele fala o que está por vir na série, a relação entre Bellamy e Kane, e os acontecimentos de Arkadia, confira:


“Sua mente está muito perturbada” diz o ator

Quase todos os personagens em The 100 sofreram transformações drásticas nas três temporadas: Jovens delinquentes se tornaram sobreviventes de guerra. Os adultos da Arca se tornaram líderes instáveis na Terra. O Chanceler se tornou um messias que procura a Cidade da Luz.

Mas dos principais, o Bellamy Blake de Bob Morley passou por um único arco que transformou um irmão dedicado a um líder otário, então a um torturador de Grounders para um guerreiro pesaroso, então para um espião e – bom, você entendeu. E na terceira temporada – spoilers! – Bellamy optou salvar seu povo lutando contra os Grounders junto com o sanguinário Pike (Michael Beach), abandonando Kane (Henry Ian Cusick), que acreditava na paz. Essa reviravolta deixou os fãs preocupados – afinal, o desenvolvimento de Bellamy o deixou bem longe de seus modos delinquentes – e suas reações ocasionaram o showrunner Jason Rothenberg a responder no Twitter.

Para Morley, o arco de Bellamy na terceira temporada é mais complicado do que saber se ele está com os caras “bons” ou “malvados”; ele também não vê Kane ou Pike pertencendo a nenhum dos dois. Após terminar de filmar a terceira temporada, Morley discutiu a evolução de seu personagem com a EW:

ENTERTAINMENT WEEKLY: Ao longo da série, Bellamy basicamente foi de “vilão” dos delinquentes ao soldado mais confiável dos Arkers. Qual é seu papel na terceira temporada?

BOB MORLEY: Eu acho que na terceira temporada, ele está realmente tentando definir quem ele é. Ele afastou-se do papel de líder e, sob a asa de Kane, está sendo modelado em um líder bom, um líder mais balanceado, ao contrário de ser tão cabeça quente e emocional ao tomar uma decisão. Mas quando Pike chega, as linhas se tornam um borrão e as emoções de Bellamy tomam conta dele. Ele não pode deixar de ser impetuoso e começar a voltar aos seus modos antigos, de ser um líder baseado na emoção, ao contrário de um líder pragmático.

EW: Então ele decide que é melhor lutar do que manter a paz?

Pode ser um pouco mais complicado que isso. Pike apela para seu lado emocional mais do que Kane, e em termos de escolher um lado, ele sempre está no muro… Sua mente está muito perturbada. Eu não acho que tem realmente um lado bom e um ruim. Pike ou Kane, eu acho que ambos tem argumentos válidos.

EW: Você acha que Bellamy mudou para chegar a essa ponto?

Bellamy era, como você disse, meio que um idiota preto e branco no começo, mas ele sempre teve um coração, e sua irmã foi a chave para isso. Ele tinha um grande coração, mas fazia todas as decisões baseadas na emoção. Em seu desenvolvimento, eu sinto que ele continuou verdadeiro a todo momento… mas ele provavelmente tem um cabelo mais legal agora. [risos]

EW: A série foi elogiada por ficar cada vez mais sombria e decidida a cada temporada. Houve um momento na série que você percebeu o quão sombria ela seria?

Eu acredito que para a maioria de nós, isso aconteceu na primeira temporada, episódio quatro, quando Murphy é enforcado e Charlotte comete suicídio. Nós estávamos tipo “Ooooh, okay!” Para ser honesto, eu não tinha ideia nenhuma para onde a série estava indo e eu não tinha um entendimento do que a série poderia ser quando eu comecei o piloto. Os lugares que vamos nessa temporada são muito, muito sombrios, e teve cenas em que eu estava envolvido porém tive que sair dali, pois achei muito perturbador. É bem pungente, na verdade. Até mesmo eu fiquei chocado com a escuridão e a violência nessa temporada.

EW: Quais cenas você se lembra de não ficar confortável ao fazê-las?

Qualquer uma das cenas de tortura. Eu não me senti confortável torturando RickyWhittle (Lincoln). Eu pessoalmente não gosto de armas, então apontar uma arma a alguém ou ter uma arma apontada para mim não me faz sentir bem. Eu acho que eles são um flagelo. Não me deixa feliz, sendo o cara com a arma. Ele ama armas, ama lutar, e eu fico tipo “Ahhh!” [risos]

EW: Claramente, a história de Bellamy nessa temporada é interligada com Pike e os Arkers. O que mais você pode nos contar sobre o resto da terceira temporada?

Tem uma questão de sustentabilidade e de não ter comida suficiente. Isso vai ser uma questão maior para todos na Terra. E isso não ser tratado como algo importante irrita Pike. Alie também é alguém para ficar de olho, ela desempenha um papel enorme. A terceira temporada é bem sci-fi, e mesmo eu e o resto do elenco tivemos que ler e reler os roteiros para ter certeza de que estamos todos seguindo o que está acontecendo com o mundo de inteligência artificial. Felizmente para mim, Bellamy ficou meio que no canto com toda essas coisas, então eu pude me fingir de bobo com facilidade. Assistir Bellamy ficar um pouco atrás [com o mundo de alta tecnologia] é divertido. Sua história sempre foi meio que de baixa tecnologia.

EW: Bellamy é de baixa tecnologia, mas e sobre os fãs online? Você segue o que eles postam?

Eu costumava ser mais envolvido, porem eu achei algumas coisas meio desconcertantes, que pode ou não pode ter influenciado no jeito que eu penso sobre o meu personagem, então eu me protegi disso. É mais fácil para mim apenas focar no meu trabalho. Eu aprecio termos vários fãs lá fora, e que eles querem me desejar o bem, mas eu não quero que isso influencie como eu me sinto so longo do dia ou como eu atuo em uma cena. Talvez eu seja um pouco  ludista.

© Tradução: Bob Morley Brasil – Não reproduza sem os créditos.

Sigam nosso twitter para atualizações diárias:


Como a série Sci-Fi da CW resistiu um lançamento rochoso para se tornar um drama viciante que é um dos assuntos mais comentados ao redor do mundo

Eliza Taylor está acostumada a ser coberta de lama ou sangue. Ou os dois. Estar suja e despenteada é praticamente o uniforme da atriz de 26 anos: como Clarke Griffin, a heroína engenhosa do suspense pós-apocalíptico da CW, The 100, Taylor passa horas correndo pela floresta, caçando e sendo caçada. Então quando a produção — agora em sua terceira temporada — abandonou as selvas ao redor de Vancouver, aventurando-se pela primeira vez nas ruas da cidade, a atriz estava pronta para algo um pouco mais civilizado.

As coisas não foram do jeito dela. “Com cerca de 10 minutos, um fã nos viu. E de repente, havia 30 deles, e então 60 deles, segurando cartazes e gritando e chorando,” lembra Taylor“O engraçado é que nós achamos que isso iria acontecer. Perto do final da segunda temporada, nós pensamos que teríamos um monte de novos fãs, e nós estávamos certos! Só levou um tempo para as pessoas esquecerem o que elas achavam que a série era.”

E ainda, outro drama de fim de mundo para o cenário adolescente. Quando The 100, decolando da trilogia de livros de Kass Morgan, chegou em Março de 2014, estreou durante a crista da onda de distopia YA. Divergente fez sucesso nos cinemas na mesma semana. Dois filmes de Jogos Vorazes já haviam sido coroados vencedores de bilheteria. Então os críticos acharam a premissa — 100 jovens delinquentes partiram de sua nave espacial (apelidada de Arca) como ovelhas sacrificadas para testar se a Terra devastada-pela-guerra-nuclear era habitável novamente — descartável. Até mesmo o produtor executivo Jason Rothenberg admite que as primeiras horas falharam em aterrissar. “Francamente, nossos piores episódios foram o piloto e o segundo episódio,” ele diz. “Eu sinto que, se não fosse por esses dois episódios, nosso público teria sido muito maior.”

Mas o dono da série traçou um novo rumo depois de receber uma nota do presidente da emissora Mark Pedowitz. “Eu disse ‘não faça o que as pessoas consideram uma série do tipo CW’”Pedowitz lembra. “Faça a versão que você quer fazer — a versão mais sombria e ousada’”, e foi isso que Rothenberg fez. No quinto episódio, ele matou centenas de personagens — e então girou a faca e revelou que eles foram sacrificados por nada. “Mark me ligou e disse ‘episódio incrível! Você pode ser mais sombrio’”Rotheberg diz, rindo. “Eu disse ‘Mark! Quão mais sombrio você pode obter?’”

the-100-coluna-serie-3-temp

Muito mais sombrio, pelo o que parece. Rothenberg transformou The 100 num drama de guerra ousado repleto de dilemas morais. A primeira temporada viu o suicídio de uma garota de 12 anos de idade; a segunda temporada acrescentou um médico desesperado por uma colheita de medula óssea de inocentes. E a nova ameaça da terceira temporada? Uma inteligência artificial que anda e fala chamada Alie (Erica Cerra), cuja oferta de salvar o mundo seduz alguns e aterroriza outros. “Nós gostamos de criar escolhas impossíveis para nossos personagens,” Rothenberg diz. “Quão longe você pode ir para salvar seu povo e ainda ser heroico?”

the-100-03.jpg

Quando os espectadores começaram a acompanhar a nova trajetória (a 2ª temporada entrou na Netflix em outubro passado no EUA, meses antes da estréia da terceira temporada), a popularidade da série disparou. De acordo com o Twitter, o arco da 3ª temporada em 21 de Janeiro arrecadou cerca de 10 vezes mais tweets do que a estréia da série e vimos #The100 no topo dos trends mundiais. Críticos começaram a prestar atenção — e respeitar — e assim, levando a ainda mais espectadores. “Todos os dias eu vejo dúzias de tweets dizendo ‘eu maratonei tudo em um final de semana’” Rothenberg diz. “O efeito da Netflix tem sido incrivelmente importante.” Era tudo parte do plano. “Sentimos que a série precisava de um início na mid-season (período de janeiro a maio) para permitir as maratonas,” Pedowitz diz. “Essa estratégia se provou estar correta.”

Os fãs não estão apenas torcendo por reviravoltas sombrias na série; eles também estão elogiando a maneira que ela está inovando com um elenco diversificado e uma liderança abertamente bissexual, a primeira da CW. O romance de Clarke com Lexa (Alycia Debnam-Carey de Fear The Walking Dead), a líder dos Grounders, gera hashtagging ferventes (o grito de guerra: #Clexa) em particular. “Se nós podemos tirar algo de bom do apocalipse, é que nós vivemos em um mundo onde gênero e sexualidade e raça não são problemas,” diz Eliza Taylor“Há o maior problema da sobrevivência.”

O único “problema” com a recente popularidade da série? Manter-se com toda atenção. A estrela Bob Morley, que interpreta Bellamy, desistiu de ler tudo que mandam para ele — “É mais fácil para eu focar no trabalho”, ele explica — mas Taylor rastreia sua presença online. “Em seis meses [meu contador de seguidores]subiu cerca de 50,000. Isso foi uma loucura!”ela diz. “Isso me deixou mais atenta. Você tem que se censurar.” Ainda bem que os meios de comunicação social não existem na Terra pós-apocalíptica.

© Tradução: The 100 Brasil – Não reproduza sem os créditos.

Sigam nosso twitter para atualizações diárias:


Reportagem original: IGN

Eric Goldman do IGN, liberou ontem,15, uma entrevista com Bob Morley, que foi feita entre os intervalos das gravações da terceira temporada de The 100. Você pode conferir  a entrevista em vídeo e a tradução das perguntas e respostas logo abaixo:

The 100 e Bellamy Blake mudaram muito desde o “Fazemos o que quisermos” dias do piloto e essa evolução vai continuar na 3 temporada. Em uma visita ao set de The 100, eu me sentei com Bob Morley para discutir o que vem ai para Bellamy nessa temporada, como o personagem que descobre seu papel dentro do grande grupo da Arca, vivendo agora em Arkadia (antigo Acampamento Jaha).

Morley fala sobre Bellamy se tornar um “executor”, sua dinamica com o personagem de Michael Beach (Pike), como Bellamy e Clarke foram em direções diferentes e mais.

ING: Você pode falar qualquer coisa sobre quando a temporada começa, onde está a cabeça de Bellamy e de todo mundo por que o que aconteceu foi tão ‘pesado’ no final da ultima temporada?

Morley: O salto no tempo é algo em torno de três meses. Houve um período de relativa paz. As pessoas de Arkadia estão começando a construir uma civilização, começando a construir assentamentos dentro Arkadia e criando uma cidade, basicamente, com cultura e coisas crescendo. Bellamy e o grupo estão meio que escoltando a área e começando a mapear como se faz quando você começa um civilização e explora todas as novas regiões. Eles estão fazendo corridas de mapeamento e tudo que envolve negociações de paz em relações com o Grounders e os outros clãs.

IGN: É claro, isso é The 100 por isso tem que ter uma nova ameaça ao virar da esquina. Nós conhecemos esta ‘AI’ na última temporada e enquanto não sabemos muito ainda, certamente essa coisa de míssil não parece que uma boa notícia.

Morley: Não, nem um pouco . Ela parece ser uma grande ameaça. Isso definitivamente se desenvolve muito nesta temporada. Há também outras ameaças que estão lá fora além dos Grounders e há um grupo que ainda temos que conhecer para que o mundo comece a se expandir. Mas sim, a ameaça que vemos, que foi insinuada no final da 2ª temporada, com a A.I.

IGN: Eu tenho que colocar o fato de que seu rosto – você já passou por poucas e boas.

Morley: Sim. Eu acabei de ter um peeling químico. Foi muito, muito ruim.

IGN: [Risos] É engraçado porque é par para o campo em The 100. O Seu personagen passa por um inferno. Deve ser horrivel para você porque você tem que estar muito na maquiagem. Você gosta das pessoas não parecerem bonitas nos episódios?

Morley: Sim! Bem, algumas pessoas tendem a se curar mais rapidamente do que outros. Eu tendo a ficar com as lesões muito mais tempo do que outros. Então isso – Eu imagino que isso vai ficar ainda por muito tempo. O show, a primeira temporada foi um mês e a segunda temporada foram talvez dois. As coisas não foram tão rapidas. Eles se mantiveram a por um tempo. Há horas na maquiagem, o que aumenta a criar a ilusão de realidade dentro do mundo.

IGN: Você pode falar sobre a posição de Bellamy nesta temporada, porque na primeira temporada, ele era claramente um dos líderes do grupo, mas na 2ª temporada, toda a dinâmica foi abalada, não só porque havia um monte de seu povo em Mount Weather mas as pessoas chegaram da Arca o que mudou tudo. Agora que ele voltou, ele está encontrando seu lugar com o grupo maior?

Morley: Não necessariamente … Eu acho que Bellamy virou as costas para a liderança no final da primeira temporada. Na segunda temporada, ele passou muito tempo tentando se redimir pelo que ele tinha feito. O abate e os 48 que estavam em Monte Weather, eles se tornara sua responsabilidade. Nesta temporada eu acho que ele está apenas tentando aprender como se tornar um líder melhor, mas não necessariamente de tomar uma posição de liderança. Entre o grupo, o pelotão de aventura, a tripulação mais jovem, ele sempre tenta acelerar e dar direção, mas no esquema maior das coisas, eu não acho que ele desempenha um papel enorme no cenário político. Ele é mais um executor. Essa é a sua posição. Eu acho que o seu poder como líder era uma espécie de despojado para ele na 2ª temporada e isso não é realmente uma coisa que ele está procurando.

IGN: Você pode dizer qualquer coisa sobre a dinâmica com os personagens para ele nesta temporada , pode ser especifico ou deixar meio vago. Você está encontrando novos pares, novas pessoas que ele possa formar uma equipe por que obviamente, na última temporada , ele estava sozinho em alguns dutos de ar, estilo John McClane.

Morley: Sim, foi divertido rastejando sozinho. Mas nesta temporada , em termos de se tornar um executor ou aprender a ser um bom líder, ele está definitivamente desenvolvendo um relacionamento com Kane. Sempre vai existir um com Octavia mas isso vai ficar ruim à medida que avançamos, como sempre bastante tumultuado, sendo uma relação de irmão e irmã , sendo os únicos irmãos da Arca. Você provavelmente vai ver muito mais interação com Monty e alguns outros personagens entre o grupo. Mas sim, essas relações se desenvolveram um pouco mais e há a introdução de alguns novos personagens que vêm junto e desempenham um grande papel no desenvolvimento de Bellamy nesta temporada.

IGN: Você pode dizer qualquer coisa sobre o personagem de Michael Beach, nós sabemos que é da Arca?

Morley: Quando Michael Beach chega, há um monte de … Eu acho que quando seu personagem aparece, seria fácil de rotulá-lo como um possível equilibrio entre o bem e o mal entre Kane e Pike. Mas eu acho que a coisa mais importante para se lembrar quando aparece é observar e realmente pensar sobre o porquê de o que ele está fazendo. Se é simplesmente preto e branco, você vai perder um monte da história. É a áfrea cinzenta em que eles estão sentados que torna interessante . Não é necessariamente o bem e o mal . É dois lados da mesma moeda e a tal da área cinza. Estamos todos sentados em uma cerca pensando em qual caminho que devemos seguir. Nesta temporada, o relacionamento de Bellamy, ou eu acho que o seu desenvolvimento de caráter, é muito muito na área cinza. É interessante para mim interpretar .

IGN: Obviamente tem acontencido uma dinâmica fascinante entre Bellamy e Clarke. Algumas pessoas obviamente realmente querem que seja romântico, mas seja o que for, ainda é interessante ver como eles mudaram e cresceram e passaram a respeitar uns aos outros. Agora, você acha que nós vamos começar a ver, de qualquer forma, como eles desenvolveram paralelos, se eles estão juntos ou não?

Morley: Eu acho que Clarke vai continuar a ser uma líder e Bellamy vai continuar a ser um executor. Como eu disse, ele tem intensificado bastante a distância da líderança para tentar entender o que significa ser um líder. Eu acho que com a entrada de Michael Beach (Pike), e com Henry Ian Cusack (Kane), eles são líderes e Bellamy está aprendendo com eles e tentando escolher o que é certo e qual é a melhor decisão. Então Clarke é uma líder e Bellamy é um executor. Eu acho que é interessante que esse show é sobre liderança e se você está fazendo isso para o bem maior. Até mesmo para ser um líder neste show, é o poder de ser capaz de tomar decisões e pessoas seguirem e é engraçado ver como um monte das decisões tomadas são feitos apenas em interesse próprio e outras são feitas para o bem maior. E como o show retrata uma decisão feita para todos e uma decisão tomada por você, com base em como você se sente sobre alguém, é interessante ver onde isso vai.
Mas eu não acho que há muitos paralelos entre Bellamy e Clarke nesta temporada. Mas, para ser honesto, tem sido uma temporada tão complicada, em termos de história e estrutura e todos essas partes diferentes da história acontecendo que eu não segui muito a história de Clarke ou de qualquer outro. Eu tenho apenas me concentrado na minha história, porque é um tipo delicado, a posição que ele está é tão delicada e eu quero destacar a área cinza e o bom e o mau do que ele está fazendo. Seria fácil dizer que é bom ou ruim e eu quero ser capaz de colocar em uma performance que faça as pessoas pensarem sobre a decisão, que ela esta sendo feita opostamente a uma decisão ruim. Para realmente vê-lo lidando com isso e com algum tipo de consequência do que pode ser a melhor coisa a se fazer.

IGN: O show muitas vezes é tão interessante porque tem essas decisões que as pessoas têm que fazer , onde nunca há uma escolha certa.

Morley: Eu sempre sinto as decisões desse show, se você está fazendo isso por amor , não importa quantas pessoas você matar. Eu não sei se isso é necessariamente uma coisa boa, mas isso é … eu tenho me perguntando qual é a mensagem e sentimento do show e qual é o maior alcance do que estamos tentando dizer. Esta temporada definitivamente traz questões que são importantes, eu acho que , em uma escala global sobre a sustentabilidade e como pode a raça humana sobreviver em um planeta que não está equipado para isso. Eu acho que essas questões são realmente interessantes, mais do que “Bellamy e Clarke” e esse tipo de coisa .

 

APARIÇÕES NA TV E ENTREVISTAS | TV APPEARANCES & INTERVIEWS > ENTREVISTAS ONLINE | ONLINE INTERVIEWS > 2015 > 15.01 IGN US

© Tradução: Equipe Bob Morley Brasil – Não reproduza sem os créditos.

Sigam nosso twitter para atualizações diárias:

CATEGORIA(S): Bob Morley Entrevista IGN
'

ATUALIZAÇÕES DA GALERIA!

O Bob Morley Brasil é um fã-site oficial, administrado por fãs do ator Bob Morley. Nosso objetivo é atualizar e entreter os fãs. Todas as imagens que aparecem no site são reproduções de outros sites e não reivindicamos nenhum crédito, a não ser que especificado.

PARCEIROS

Riverdale Brasil

PARCEIROS

Gregg Sulkin Brasil

PARCEIROS

KJ Apa Brasil
VISITE:

KJ Apa Brasil

PARCEIROS

Miguel Ángel-Silvestre Brasil

PARCEIROS

The 100 Brasil
VISITE:

The 100 Brasil

PARCEIROS

Alycia Debnam-Carey Brasil

PARCEIROS

O'Brien Brasil
VISITE:

O'Brien Brasil

PARCEIROS

Vanessa Hudgens Brasil

PARCEIROS

Faking It Brasil

PARCEIROS

Lily Rabe Brasil

PARCEIROS

Tyler Hoechlin Brasil

PARCEIROS

Sebastian Stan Brasil

PARCEIROS

The 100 Forum
VISITE:

The 100 Forum

PARCEIROS

Kat McNamara Brasil

PARCEIROS

Emilie de Ravin Brasil

PARCEIROS

Brie Larson Brasil

PARCEIROS

Jennifer Morrison Brasil

PARCEIROS

Krysten Ritter Brasil

PARCEIROS

Scream Queens
VISITE:

Scream Queens

PARCEIROS

Rebecca Mader Brasil

PARCEIROS

Lana Parrilla Brasil